sexta-feira, 21 de outubro de 2011
"...o telefone tocou, na mente fantasia."
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
08 de dezembro
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
02 de dezembro
"Para o telefone que toca
Para a água lá na poça
Para a mesa que vai ser posta
Para você, o que você gosta:
Diariamente."
domingo, 30 de novembro de 2008
29 e 30 de novembro de 2008
Sábado logo depois do meio dia, meu menino veio de Blumenau, passou aqui me pegar, e fomos fazer algumas compras em Balneário Camboriu. Nos divertimos muito, tão bom essa coisa boba de se estar apaixonado, não é? Andar de mãozinhas dadas, o carinho, o brilho impactante na face. Fiquei feliz, achei um óculos da Vogue que eu tanto procurava e resolvi me presentear de Natal. Voltamos para Itajaí para o apartamento dele, deitei no sofá exausta e acabei adormecendo, eu não tinha conseguido comer nada durante o dia. Quando ele me acordou, já tinha arrumado uma mesa lindinha e feito sopinha para mim. Acredita que ele tomou sopinho comigo? Que lindo. Mandou eu deitar no sofá de novo e arrumou toda cozinha, depois veio me namorar e fazer um cafuné ali mesmo. Me levou para o quarto no colo (que saudades eu sentia disso!!). Ficamos na cama conversando, fazendo planos, rindo, namorando, se abraçando e por fim nos amando, antes de dormir bem abraçadinhos e juntinhos.
Domingo de manhã fomos para minha casa, e o dia foi maravilhoso. Nós, meus pais e mais três casais de amigos de meus pais. Ficamos o dia todo no pequeno salão de festas aqui em casa, assando churrasco, bebendo, conversando e as crianças brincando na piscina que até eu dei mergulho fim da tarde. Depois de uma semana de trabalho e voluntariado com as vitimas, o dia de hoje veio como uma recompensa. Final da tarde ainda demos conta de preparar uns mariscos e lula a vinagrete e uns camarãozinhos ao bafo. Comi duas colheres de arroz branco e palmito e só. Me pesei no sábado, perdi 4kg nessa semana. Amanhã vou tentar marcar o médico.
Agora meu menino voltou para Blumenau, retomava o trabalho hoje as 11h da noite e deve ficar a semana toda por lá, vou torcer para que não. Eu acho que já somos namorados. E isso me deixa feliz.
Resolvi a partir de hoje dar um ponta pé no passado e retomar minha vida com todo fôlego, por isso anuncio meu sumiço. Essa semana tenho milhares de coisas para fazer e decidir, inclusive se irei me mudar para Porto Alegre ou Curitiba, comprar roupas para viajar para NY, que pelo que Andrew me contou, está muito frio e que vou pegar neve por lá.
Ainda hoje tenho que terminar minhas duas colunas e responder a caixa de e-mails que está cheia.
Beijos para quem fica.
Mandem pensamentos positivos, essa semana vai ser muito decisiva.
...
Em retribuição ao fim de semana maravilhoso ao teu lado:
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
28 de novembro
.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
27 de novembro
Quero registrar algo muito legal e inesperado que aconteceu ontem. Reencontrei meu ex-namorado no msn e conversamos noite a dentro. Não, não era o Andrew (que ficou mais famoso entre meus leitores, pelas trocas de poemas e por ele ser um poeta de um dom extraordinário. Escreverei sobre ele ainda), mas sim o anterior a ele, meu querido Pedro, o qual se tornou um amigo extraordinário. Pedro é de São Paulo, é bem mais velho do que eu, namoramos quando eu tinha 18 para 19 anos e foi fantástico. Nesse período passei os fim de semanas em pontes áreas. Pedro é um empresário bem sucedido e tem uma história de vida que te prende do inicio ao fim. Bom, foi ele que “redespertou” o meu instinto por escrever, e ele teve muitas poesias que inclusive hoje, ainda circulam muito por aí.
Sempre soubemos que nosso namoro não tinha possibilidade de ser duradouro, tínhamos um abismo de idade entre nós e perspectivas de vida muito diferentes. Aproveitamos o máximo que pudemos. Acho que o amor nunca foi muito adepto ao nosso relacionamento, o que nos atraía era que éramos completamente tarados um pelo outro. Sim, literalmente. Fazíamos coisas absurdas e nos divertíamos muito. Eu levei para ele um pouco de juventude, ele me trouxe um pouco de experiência, e foi assim que nos entendíamos, ora na calma dele, ora na minha pressa. Topávamos tudo, viajamos para lugares que ninguém iria namorar: Vitória, Goiânia, Brasília. Passamos um feriado em Mariscal, mas tivemos tanta sorte que não parou de chover durante os três dias, então ficamos jogando cartas e “stop”, saímos uma única vez da pousada para comprar chocolate e depois não saímos mais. Nos entendíamos no tédio e na diversão.
Tem um fim de semana que nunca esqueço, foi em São Paulo. Não ficamos no apartamento dele. Ele reservou uma suíte lindíssima no Renaissance Hotel, na primeira noite assistimos uma peça de teatro no próprio hotel e depois fomos jantar no Chackras. Sábado de manhã fomos caminhar no Ibirapuera, almoçamos no Quartino no Cerqueira César, a tarde não agüentamos e dormimos. De noite fomos assistir ao Fantasma da Ópera, e quando voltamos ele tinha deixado para me preparar o quarto cheinho de pétalas de rosas, desde o chão, cama, hidromassagem e tivemos uma noite que ambos jamais poderiam esquecer. Dançamos muito antes de ir para cama. Lembro que no outro dia de manhã quando ele me acordou e foi para o banho, peguei o roupão, sentei na escrivaninha que dava de frente a uma enorme janela de vidro de onde se podia ver todo os Jardins, e lhe escrevi um poema a punho. Ele guarda o poema até hoje. Foi esse:
São as primeiras horas
Faz tempo, mas ainda me vejo naquela manhã, lembro até do ar gelado no quarto, lembro que ele saiu do banho também vestindo um roupão e me abraçou pela cintura enquanto eu observava em pé diante da janela São Paulo amanhecendo.
Essa é música que dançamos naquele sábado de madruga, e era ele mesmo quem cantava:
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
26 de novembro
Voltou a chover hoje na região, e pelo jeito, o meu menino não terá descanso e nem previsão de voltar para casa nos próximos dias. Triste, ninguém para cuidar de mim, apesar de nos ligarmos e passarmos sms o dia todo.
Crônicas para terminar, mas a minha saúde frágil infelizmente não contribui para que fluam as idéias. Perdão leitores, mas não estou conseguindo escrever.
Comecei a reler “A casa dos budas ditosos” e já terminei agora a tarde. Acho que hoje vou começar a reler “Macunaíma”... fases de releituras. Por que? Não sei. Mas não tenho vontade de abrir novos livros, por enquanto.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
25 de novembro
Não ando muito bem e me refiro a saúde. Como disse em um post anterior, há dias que não consigo comer. E realmente não consigo, não é nada de modismo ou para emagrecer. Sinto fome, às vezes, não sempre, mas o que não sinto é vontade de comer. Não posso nem sentir cheiro de comida que me dá nojo. Hoje tentei almoçar, mas o pouco que “enfiei” garganta abaixo não durou mais do que uma hora: vomitei espontâneamente. Nada fica no meu estômago e estou me sentindo fraca, com dores no corpo, excessiva dor de cabeça e tonturas. Acho que amanhã vou procurar um médico ou serei levada à força por minha mãe. Não tenho idéia do que possa ser, no princípio até pensei que fosse alguma coisa estragada que comi, mas estou entrando na terceira semana e realmente não estou com mais forças e ânimo para continuar comendo fruta ou sopa.
Quanto ao menino do livro está tudo bem. Estou muito feliz por essa nova chance de amor ou de paixão, ou não importa. Importa é que ele tem concentrado 80% dos meus pensamentos, 100% do meu corpo e deixado meu coração leve e esperançoso.
Não nos vimos desde sexta-feira passada, quando fomos a chopperia com minha turma da faculde. Devido as chuvas em Santa Catarina, ele teve que ir no sábado para Blumenau e ainda não voltou (hunpf...:/). Ele é jornalista e tem muito trabalho para esses dias.
Sinto falta dele agora, já que minha cabeça está explodindo e vou dormir sozinha nesse meu “camão”. Paciência, daqui uns dias ele vai ser meu todas as noites e dias, e anos... e por quanto durar nosso encantamento. (Tô com saudades, tá? E já vou te ligar...)
Então é só isso, não estou bem para ficar na frente do computador, vou ler um pouco, aliás reler “A casa dos budas ditosos” de João Ubaldo Ribeiro. Não leu ainda? Eu indico!
Beijos e até.
...
"O tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer. Eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava. Era a tua voz que dizia as palavras da vida. Era o teu rosto. Era a tua pele. Antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde. Muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade."
José Luis Peixoto
...
Um dos meus mestres favoritos...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
24 de novembro
domingo, 23 de novembro de 2008
23 de novembro
A situação em Santa Catarina está realmente alarmante. Em minha cidade, graças a Deus, os prejuízos foram poucos. Mas como é litoral, as cidades são muito vizinhas umas das outras, e Itajaí, Blumenau, Gaspar, Luis Alves estão em estados de calamidade. Até agora já foram registrados 16 mortos enquanto a chuva não para de cair. A tarde fomos ajudar dois funcionários de meu pai que moram em um bairro mais carente, conseguimos retirar algumas coisas, mas as casas infelizmente já estão cheias de água. Depois meu pai foi para Itajaí, mas chegou tarde demais, um dos funcionários dele perdeu tudo, literalmente, a água cobriu a casa, junto com todo o bairro Pró-morar. Sim, o bairro deixou de existir, virou uma enorme lagoa aonde só se vê alguns poucos telhados de casa. Agora esses que perderam tudo e meu pai, estão lá ajudando outras pessoas, já que nem os bombeiros e a defesa pública estão dando conta das ocorrências. Meu pai cedeu um dos galpões da empresa (meu pai trabalha com cargas frigoríficas/carga e descarga de containeres) e estão levando algumas coisas para lá, inclusive pessoas conhecidas que estão desabrigadas. Acabei de chegar, moramos a 30 km da onde a empresa se localiza. Levei mantimentos para que pudessem comer alguma coisa hoje. Era o que tínhamos em casa, já que mercados estão fechados. Muito triste, há pessoas que levarão muitos anos para reconstituir o que perderam de uma hora para a outra. A única coisa que podemos fazer é apenas ser solidários e orar. Orar para que Deus tenha um pouco de piedade, já que quem mais sofre com isso são pessoas já carentes, e as que poderiam ajudar, nem sempre estão dispostas.




sábado, 22 de novembro de 2008
22 de novembro
De manhã foi a minha última aulinha na oficina de poesias e dá uma dorzinha no peito em saber que não nos veremos novamente. A tarde fui obrigada a dormir, passei a outra noite em claro bebendo e conversando com os colegas da facul. Dia 29 (sábado), será nossa grande última festa... e vou me preparar a semana toda.
Estou com duas crônicas sem fim e duas poesias sem começo para concluir. E infelizmente não consigo fazer as palavras se adequarem ao texto, mas tudo bem, quando for para ser, será.
Com essa chuva minha única opção é ficar em casa. Já que o menino do livro tá trabalhando em Blumenau e nem pode me namorar um pouquinho nesse tempinho geladinho. Unpff... fazer o quê. Vou ler e dormir.
E em homenagem ao forró que dancei ontem:
21 de novembro
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
20 de novembro
- Dinda, sabe a Giovana?
- Sim, tua coleguinha da creche?
- É... Dinda... Eu acho que estou amando ela.
Eu ri, talvez ele tenha pensado que eu ri delicadamente, mas não: minha primeira reação foi achar engraçado. Como um menino de 5 anos pode dizer que ama alguém? Amar alguém que provocaria um relacionamento? Depois parei com esse sarcasmo e minha ignorância me deixou tímida diante do meu afilhado. Como pude desconfiar de que talvez ele realmente a amasse, e ainda com mais pureza e verdade do que todos os amores que já tive? Como pude zombar das horas que ele passava antes de ir para aula escolhendo a maçã mais vermelha e madura para dividir com ela no recreio? Como pude não entender o por que dele me pedir uma camisa nova em vez de um brinquedo? Como não reparei que agora meu afilhado tinha olhinhos ainda mais brilhantes e felizes? Como não percebi que o cheiro forte de perfume não foi acidental, mas sim por que ele ia passar a tarde com uma menina chamada Giovana?
Ele era pequeno, mas também possuía emoções, eu não poderia ser tão desumana e fazer ele desacreditar de que talvez um dia se casassem, que morassem juntos, que tivessem filhos.E se casassem? E se passassem a infância e juventude inteiras esperando um pelo outro? Se daqui 20 anos me convidassem para ser madrinha do primeiro filho? Eu não poderia, não seria capaz de cortar uma esperança, muito menos o primeiro amor do meu afilhado.
- Ama ela?
- Sim, Dinda... Mas a mamãe disse que eu sou muito novo para amar.
- É que talvez sua mãe tenha medo. O amor é sério...
- Mas então por que o amor existe se a gente não pode sentir?
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
19 de novembro
.
Preciso orar. Preciso de um pouco de Deus para os dias (bons) que virão.
.
...
.
.
"mas se, apesar de banal,
chorar for inevitável
sinta o gosto do sal, do sal, do sal
sinta o gosto do sal
gota a gota, uma a uma
duas, três, dez, cem, mil lágrimas
sinta o milagre
a cada mil lágrimas sai um milagre
a cada milagrimas"
(Alice Ruiz)
.
.
....
(998)
(999)
(milagre)
terça-feira, 18 de novembro de 2008
18 de novembro
A vida borbulhando. Vamos ver para onde esse vento está me levando?
...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
17 de novembro
domingo, 16 de novembro de 2008
16 de novembro
“Gostei mais quando a gente podia ler os poemas da gente, porque a gente pensa que é como um escritor que está nos livros. E gostei da professora por que ela lia para gente, e toda vez que ela lia eu tinha vontade de escutar.”
(Isabel, 12 anos.)
O que pode ser mais recompensador? E daí devo concordar: há coisas que o dinheiro não compra.
sábado, 15 de novembro de 2008
15 de novembro
(foto: Cáh Morandi, em 15/11/2008)sexta-feira, 14 de novembro de 2008
14 de novembro
Desabilitei todas as configurações do orkut, agora ninguém mais vê o que eu mudo e nem eu vejo o que as pessoas fazem, desabilitei também aquele visualizador de visitas, as pessoas que têm interesse que deixem recado, e eu também só respondo recados e não visito ninguém, raras exceções e somente quando necessário. Pelo menos assim, quem sabe, eu não exclua o orkut por enquanto.
De manhã fui fazer algumas coisas na rua, coisas burocráticas, do tipo cartório e contabilidade, afinal tenho outros “negócios” que tenho que resolver até final do ano. Aliás, minha vida daqui para frente será um verdadeiro caos. Tenho que apresentar meu TCC dia 04/12, dia 06/12 e 07/12 tenho o vestibular na PUC RS em Porto Alegre, e dia 13/12 tenho o casamento de Constanza e Marc, em New York, aonde sou madrinha de casamento com meu ex-namorado. Depois dia 17/12 no máximo tenho que estar no interior do Rio Grande do Sul (esses papéis que comecei a resolver hoje) para assinar algumas documentações, daí vou passar o Natal por lá, e volto para Santa Catarina passar a virada do ano aqui. Uffa... eu vou ter muita coisa para fazer no próximo mês, mas estou calma e sei que tudo dará certo, afinal o primeiro passo para o sucesso é o pensamento positivo.
Torçam por mim, esses dias são muito decisivos para minha vida daqui para frente. Espero que dê certo o que tenho planejado, falta um “tiquim” para eu chegue naquele ponto de felicidade, só falta algumas pendências profissionais e um namoradinho bem carinhoso.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
13 de novembro
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
12 de novembro
Nossa Senhora da Bicicletinha, dá-me equilíbrio! Minha vida está como um furacão, ventos me levando para tudo quanto é lado, me colocando em uma situação difícil de decisão. Já havia decidido em não ir a Porto Alegre, apesar de querer muito, mas por motivos de insegurança desisti. Hoje, minha querida amiga Cássia, me refez o convite em ir para lá e me convidou para ser professora de Literatura em um projeto que ela coordena. Confesso que fiquei muito feliz, agora vamos dar tempo ao tempo e ver no final o que vai dar tudo isso.
Terminei o TCC, agora estou mais tranqüila, apesar de não ter conseguido produzir nada nos últimos dias. Hoje tentei alguns poemas, mas não gostei de nenhum. Acho que minha cabeça anda muito “técnica” nesses dias e nada de literário me ocorre com demasiada intensidade. Logo passa... tudo passa... Ando com o coração tranqüilo, e a não ser “o menino do livro”, nada mais faz ele se descompassar...
Ah, lembrei de uma coisa que quero falar: fico muito feliz com os e-mails e recados no orkut que tenho recebido dos meus leitores. É tão gratificante esse carinho que dedicam ao meu trabalho e a minha pessoa, só devo pedir desculpa pela demora em responder. Mas estou trabalhando para colocar novos escritos no ar. Ah, e aos leitores de Carolina (Salcides), estamos arquitetando uma poesia juntas, em breve poderão conferir.
Hoje está chovendo aqui, e um pouquinho frio. Recebi pela manhã uma correspondência da Biblioteca Nacional com alguns registros que fiz e também uma cartinha de minha querida Marisa. Já tenho que me arrumar para ir na faculdade, hoje temos gincana, por isso resolvi escrever mais cedo aqui.
Dois beijos para vocês!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
11 de novembro
....
"Como chegar para alguém e dizer de repente eu te amo para depois explicar que esse amor independia de qualquer solicitação, que lhe bastava amar, como uma coisa que só por ser sentida e formulada se completa e se cumpre? Pois se ninguém aceitaria ser objeto de amor sem exigências..."
["Amor" - Inventário do Ir-remediável]
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
10 de novembro
Faz dias que tenho tentado escrever um poema para você e não tenho conseguido, na verdade não tenho me satisfeito com os resultados. Eu não consigo descrever o que você faz comigo, o que é estar com você, as coisas que você me faz querer pensar e ser. Você me rouba todas as palavras, me deixa com a folha em branco ou tudo sem muito nexo. Eu queria te dar uma poesia, bem vermelha, em letras bem grandes, para que todas as pessoas lessem essa coisa bonita e doce que me torno na tua presença, que por tua milagrosa existência a minha se tornou também milagrosa, pois encontrou sentido, abrigo e uma esperança que não havia. Todos os segundos que temos nos falado, nos entregado inocentemente, são os presentes mais maravilhosos que puderam acontecer. Só me basta tua companhia. Não precisa vir o beijo, os apertos, o sexo. Não precisa nada disso. Só precisa você, ainda que fosse munido do mais profundo silêncio. Pois até estar em silêncio ao teu lado me faz feliz. Tentar ficar sugando o ar que você solta enquanto me olhas esperando uma reação mais espontânea. Amo o espaço que você me dá, aonde posso ser eu mesma, sem qualquer outra coisa que atraia. Sem corpos, sem papos-cabeça. Temos nos conhecido somente pela coisa mais pequena que somos, e isso têm nos feito grandes.
...
Haverá??
domingo, 9 de novembro de 2008
09 de novembro
sábado, 8 de novembro de 2008
08 de novembro
Bom final de semana, cuidem-se!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
07 de novembro
Estou muito cansada, ontem fui dormir quase três e meia da manhã, fazendo alguns gráficos do trabalho, e essa gripe me deixa ainda mais down. Tenho que acordar às cinco da manhã, e viajar para o interior de Curitiba para uma feira de livros que está ocorrendo, e como vou dirigir preciso estar descansada, ainda que são apenas uns 220km. Pretendo estar de volta até às treze horas, não sei se vou a praia, ou se vou comprar algumas roupas novas: shorts e vestidos, porque o verão pelo jeito já chegou por aqui.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
06 de novembro
Putz, como estou chata hoje. Mas já que é um diário, infelizmente foram só essas coisinhas que me passaram pela cabeça hoje.
Essa é a epígrafe que vai no meu trabalho:
“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor
a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado
pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos como sinais para que
não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para
você, se pudesse o respeito aquilo que é indispensavel: além do pão o trabalho e
a ação. E quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um
segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída.”
Mahatma Ghandi
Boa noite para vocês, amanhã tento escrever algo menos chato.
Dois beijos,
Cáh
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
05 de novembro
Aos bonitinhos de plantão, passem lá em casa... Pegar um livro e malhar a mente!
....
E um videozinho de uma música que gosto muito:
terça-feira, 4 de novembro de 2008
04 de novembro
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
03 de novembro
domingo, 2 de novembro de 2008
02 de novembro
Muitas coisas para fazer nos próximos dias, a vida ficará um pouco atribulada em novembro, mas logo passa... e esse mês, torço para que passe muito rápido.
Vontade louca de dizer o quanto preciso de você, de quanto você me faz falta, que sinto falta de sonhar um futuro ao teu lado. Embora o telefone esteja aqui do meu lado, que seu e-mail se destaca na listagem, eu não vou dizer, não vou arriscar um não vindo de você. Tentar encontrar alguma coisa para não correr o risco de te falar tudo o que sinto. Que quero tanto você, que amo tanto você. Amor com outra pessoa não tem graça, nem sentido.
sábado, 1 de novembro de 2008
01 de novembro
(1) A manhã
Acordei às sete horas, botei o biquíni, arrumei a prancha no carro e fui surfar no Canto da Praia. Fazia muito tempo que não surfava, pensei que nem daria conta de nadar ou de colocar a roupa de borracha. Levei muito caldo, só quando o cansaço já estava batendo foi que comecei a ficar mais intima novamente com o mar. Reencontrei dois amigos da antiga, e combinamos de surfar na Joaquina no sábado que vem. Se bem que falta muito ainda para retomar minha identidade “surfista”. Nossa, mas como é bom! Nem sei como consegui ficar longe do mar por quase dois anos, e sem qualquer motivo aparente. Não quero mais parar, é uma coisa que gosto de fazer...
(2) A tarde
O Fernando me ligou eram onze horas da manhã:
- Feijoada com forró. Vamos?
Putz. Feijoada com forró? Não é muito meu estilo, mas arrisquei e fui. A festa era em um sítio retirado, em Balneário Camboriu. Encontrei meus amigos e começou a festa. Comi pouco, feijoada é muito pesada e meu estômago anda muito leve. De repente, me tiram para dançar, e como adoro uma folia e me divertir, fui para o meio do salão; dancei muito, quer dizer, inventei alguma coisa parecida com forró. Depois o pessoal animou e não paramos de dançar. Pensei que iam acabar os saltos das minhas sandálias e que meu vestido ia virar um pano ensopado. Mas foi tão divertido!! Minha Nossa Senhora dos Pintos no Lixo, há tempos eu não ria tanto e me divertia. Cheguei em casa quase oito da noite, fiquei uma meia hora no chuveiro, pensei que não ia ter forças para me levantar, me sequei um pouco e tombei na cama.
(3) A noite
Juro que pensei só acordar no próximo dia, mas a Carol me ligou e bêbada. “ô Cáh, vem aqui, vem aqui”, e escutando aquela voz de porre total fiquei preocupada, me vesti e fui ver o estado dela. Já me recebeu se escorando nas paredes, tinha passado pegar um lanche e fiz ela comer. Rimos mais um monte dela me contando da festa que tinha ido e tomado todas. Voltei para casa agora e decidi escrever até que o sono e cansaço batessem novamente.
(4) As percepções
Falei que encontrei dois antigos amigos do surf hoje de manhã. É incrível como as pessoas mudam! Faces, cabelos, emagrecem, engordam, tatuagens novas, têm filhos, se casam, se mudam, começam ou terminam faculdade, mudam de emprego, abrem uma empresa, começam ou param de fumar, casam, separam. A conversa fluía, mas ficávamos nos olhando discretamente tentando nos reconhecer, capturar a nova face, as novas informações. Amigos antigos são os espelhos mais sinceros que comprovam nossas mudanças. Me ver hoje me fez mais feliz: mais realizada, mais centrada, mais independente, ex-fumante, solteira e segura.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
31 de outubro
Criei um novo blog aonde vou começar a colocar minhas crônicas de ensaio, assim cada tipo de texto tem seu espaço.
Conheçam e sejam bem-vindos: Um olhar para sentir


