terça-feira, 25 de novembro de 2008

25 de novembro

Não ando muito bem e me refiro a saúde. Como disse em um post anterior, há dias que não consigo comer. E realmente não consigo, não é nada de modismo ou para emagrecer. Sinto fome, às vezes, não sempre, mas o que não sinto é vontade de comer. Não posso nem sentir cheiro de comida que me dá nojo. Hoje tentei almoçar, mas o pouco que “enfiei” garganta abaixo não durou mais do que uma hora: vomitei espontâneamente. Nada fica no meu estômago e estou me sentindo fraca, com dores no corpo, excessiva dor de cabeça e tonturas. Acho que amanhã vou procurar um médico ou serei levada à força por minha mãe. Não tenho idéia do que possa ser, no princípio até pensei que fosse alguma coisa estragada que comi, mas estou entrando na terceira semana e realmente não estou com mais forças e ânimo para continuar comendo fruta ou sopa.

Quanto ao menino do livro está tudo bem. Estou muito feliz por essa nova chance de amor ou de paixão, ou não importa. Importa é que ele tem concentrado 80% dos meus pensamentos, 100% do meu corpo e deixado meu coração leve e esperançoso.
Não nos vimos desde sexta-feira passada, quando fomos a chopperia com minha turma da faculde. Devido as chuvas em Santa Catarina, ele teve que ir no sábado para Blumenau e ainda não voltou (hunpf...:/). Ele é jornalista e tem muito trabalho para esses dias.
Sinto falta dele agora, já que minha cabeça está explodindo e vou dormir sozinha nesse meu “camão”. Paciência, daqui uns dias ele vai ser meu todas as noites e dias, e anos... e por quanto durar nosso encantamento. (Tô com saudades, tá? E já vou te ligar...)

Então é só isso, não estou bem para ficar na frente do computador, vou ler um pouco, aliás reler “A casa dos budas ditosos” de João Ubaldo Ribeiro. Não leu ainda? Eu indico!

Beijos e até.

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"O tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias, como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo, mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer. Eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava. Era a tua voz que dizia as palavras da vida. Era o teu rosto. Era a tua pele. Antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde. Muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade."

José Luis Peixoto

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Um dos meus mestres favoritos...


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