Acordei estranha. Feliz pelo lançamento do livro, aliás, muito feliz. Mas tem algo que nasceu comigo e que aparece sempre, bem nessa hora que está entardecendo... Não sei o nome, é parecido com angustia, com medo, com desespero. Eu começo a sentir saudades de tudo, me dá uma solidão tão grande. Minha mãe saiu, faz umas duas horas, mas me deu uma saudade tão grande dela e uma vontade tão enorme só para tê-la por perto que acabei de ligar pedindo se ela já estava voltando. Acho que um preciso de um abraço. Acho que eu preciso de amor.
sábado, 26 de julho de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
24 de julho

Hoje quero agradecer a todas as pessoas que tem me incentivado com meu livro. Nesse período de produção e divulgação me surpreendi com o desprendimento de alguns em me dar total apoio e ajuda. Dizem que são em horas importantes (boas ou más) que descobrimos os verdadeiros amigos/amores. Não quero falar das decepções, das ajudas que eu esperava e falharam. Nada... Nada de ruim vai ser maior do que tanta felicidade que estou sentindo em estar me realizando pessoalmente. Que tudo que chegou seja bem vindo e tudo que está partindo, parta sem causar danos. No mais, obrigado a todos que vibraram, vibram e vibrarão amanhã comigo!
Namastê!
Namastê!
quarta-feira, 23 de julho de 2008
23 de julho
De certa forma eu também nunca entendi minha ansiosidade. Quero tudo muito rápido, quero ver as coisas dando certo. Esse negócio de resultado a longo prazo é algo que acho praticamente impossível de lidar. O que me conforta é saber que a maioria das pessoas também são assim, ou seja, não estou tão louca. Penso que o ser humano tem essa necessidade: possuir (de preferência o mais rápido que puder) aquilo que deseja... não só em questões de bens, de profissional, mas também sentimental. Aliás, no meu caso, principalmente sentimental. Se não estou segura no meu relacionamento: FERROU! Todo o resto da minha vida fica flutuando, preciso desse alicerce, desse abraço e aconchego que o outro me dá. O amor na minha vida é um caso sério. Sei que devo mudar... mas se a vida não acontece de novo e vai passar tão rápida, porque não o amor antes de tudo? Aos homens que passaram da minha vida, não tenho nada a reclamar (apesar dos pesares), acho que se sou essa mulher que sou hoje capaz de fazer um outro homem feliz, aprendi e cresci com os que foram. Ninguém passa pela vida da gente em vão... até a dor de perder é um aprendizado, mas melhor mesmo é a sensação de estarmos apaixonados (mas isso falamos outro dia). Um pouco de calma, Carine e tudo há de vir...
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