Ah, eu poderia passar horas escrevendo sobre o dia de hoje, seus acontecimentos, meus pensamentos e as boas conseqüências disso tudo. Vou tentar falar tudo, prometo. Meus pensamentos ainda não pararam de borbulhar e me perdoem se no meio das palavras eu me atrapalhar e tornar tudo muito confuso. Recomendo aos que são menores de 18 anos a não continuarem a leitura que virá a seguir. Vou por partes, quero falar de coisas distintas e que precisam ser registradas hoje.
(1) O sexo
Deixei o Val hoje pela manhã no aeroporto, fiquei feliz em saber que tenho amigos que gostam de me visitar. Não eram 10 horas da manhã e fui a Itajaí levar um material para uma “produção” que estou criando (um dia falaremos sobre ela). Lembrei que há muito tempo devia um almoço para Ele (vou chamar de “Ele”, pois não pedi autorização para falar o nome dele e nem do acontecimento). A última que vez que o vi foi num encontro
Literário que aconteceu por acaso na Casa Aberta, e sim, já nos conhecemos a dois longos e “proveitosos” anos. Liguei para Ele. Me convidou para ir no apartamento dele e decidirmos aonde almoçar. Eu fui, até porque aquilo, mesmo inconscientemente, era o que eu realmente queria. Subi o elevador, arrumei o vestido curto e florido, afinal o calor nessa cidade parece de um típico verão do sul. Apertei a campainha e fui recebida com um sorriso afetuoso. Me ofereceu uma whisky, chegou perto, primeiro vieram as provocações através do riso e das palavras, depois vieram as mãos alisando as pernas, depois os beijos na nuca, depois na boca, e as mãos já haviam se perdido por entre o meio das coxas. Ele não perdeu muito tempo em querer tirar o vestido, e eu não perdi muito tempo em estar em cima dele. Dois famintos na sala de estar. Ele procurando meus seios por debaixo do vestido, eu de olhos fechados sentindo suas mãos que não sabiam se ficavam nos seios ou se se agarravam na bunda. Ficamos ali não por muito tempo, nenhum dos dois resistiu por mais de alguns minutos sem atingir o auge. Me levou para a cama, me despiu do vestido, me virou de bruços e começou a massagear minhas costas do inicio até a bunda, enquanto isso conversávamos sobre a última vez que transamos, que foi em abril ou maio desse ano e definitivamente tinha sido “uma rapidinha”, depois de um café e como consolo a minha carência com o fim do meu namoro ou um dos grandes amores que tive. Entre umas caricias e outras, transamos de novo, ainda mais famintos, mas mais calmos, deixamos durar um pouco mais a sensação de estarmos um dentro do outro, deixamos que suas mãos marcassem minha cintura e a segurassem para que não tremesse, não fugisse, que deixasse ele se afundar ainda mais para dentro. Era poético e humano, e tínhamos a mesmas percepções a medida que acontecia essa entrega. Sabíamos que não fazíamos amor, mas também não poderíamos classificar com sexo, porque envolvia algo além do que corpos e suores. Gozei algumas vezes, e por fim ele gozou. Nos jogamos lado a lado, rimos, nos olhávamos, como eram bonitos nossos rostos depois do desejo cometido. Aquele homem que antes me segurava e forçava as entranhas, agora me beijava a face suada e risonha. Há tempos não tive uma relação tão boa, tive algumas que aconteceram nas últimas semanas, mas não tão gloriosas a ponto de merecer um post. Bom, na verdade, a última transa realmente boa foi final do ano passado. E só agora, praticamente um ano depois, me senti completamente descoberta e nua. Almoçamos sim, quase as três horas da tarde, e o meu vestido parecia intacto.
(1) O sexo
Deixei o Val hoje pela manhã no aeroporto, fiquei feliz em saber que tenho amigos que gostam de me visitar. Não eram 10 horas da manhã e fui a Itajaí levar um material para uma “produção” que estou criando (um dia falaremos sobre ela). Lembrei que há muito tempo devia um almoço para Ele (vou chamar de “Ele”, pois não pedi autorização para falar o nome dele e nem do acontecimento). A última que vez que o vi foi num encontro
Literário que aconteceu por acaso na Casa Aberta, e sim, já nos conhecemos a dois longos e “proveitosos” anos. Liguei para Ele. Me convidou para ir no apartamento dele e decidirmos aonde almoçar. Eu fui, até porque aquilo, mesmo inconscientemente, era o que eu realmente queria. Subi o elevador, arrumei o vestido curto e florido, afinal o calor nessa cidade parece de um típico verão do sul. Apertei a campainha e fui recebida com um sorriso afetuoso. Me ofereceu uma whisky, chegou perto, primeiro vieram as provocações através do riso e das palavras, depois vieram as mãos alisando as pernas, depois os beijos na nuca, depois na boca, e as mãos já haviam se perdido por entre o meio das coxas. Ele não perdeu muito tempo em querer tirar o vestido, e eu não perdi muito tempo em estar em cima dele. Dois famintos na sala de estar. Ele procurando meus seios por debaixo do vestido, eu de olhos fechados sentindo suas mãos que não sabiam se ficavam nos seios ou se se agarravam na bunda. Ficamos ali não por muito tempo, nenhum dos dois resistiu por mais de alguns minutos sem atingir o auge. Me levou para a cama, me despiu do vestido, me virou de bruços e começou a massagear minhas costas do inicio até a bunda, enquanto isso conversávamos sobre a última vez que transamos, que foi em abril ou maio desse ano e definitivamente tinha sido “uma rapidinha”, depois de um café e como consolo a minha carência com o fim do meu namoro ou um dos grandes amores que tive. Entre umas caricias e outras, transamos de novo, ainda mais famintos, mas mais calmos, deixamos durar um pouco mais a sensação de estarmos um dentro do outro, deixamos que suas mãos marcassem minha cintura e a segurassem para que não tremesse, não fugisse, que deixasse ele se afundar ainda mais para dentro. Era poético e humano, e tínhamos a mesmas percepções a medida que acontecia essa entrega. Sabíamos que não fazíamos amor, mas também não poderíamos classificar com sexo, porque envolvia algo além do que corpos e suores. Gozei algumas vezes, e por fim ele gozou. Nos jogamos lado a lado, rimos, nos olhávamos, como eram bonitos nossos rostos depois do desejo cometido. Aquele homem que antes me segurava e forçava as entranhas, agora me beijava a face suada e risonha. Há tempos não tive uma relação tão boa, tive algumas que aconteceram nas últimas semanas, mas não tão gloriosas a ponto de merecer um post. Bom, na verdade, a última transa realmente boa foi final do ano passado. E só agora, praticamente um ano depois, me senti completamente descoberta e nua. Almoçamos sim, quase as três horas da tarde, e o meu vestido parecia intacto.
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"A vida é agora, aprende. Ainda outra vez tocarão teus seios, lamberão teus pêlos, provarão teus gostos. E outra mais, outra vez ainda. Até esqueceres faces, nomes, cheiros. Serão tantos. O pó se acumula todos os dias sobre as emoções"
Dodecaedro. In: Triângulo das Águas, por Caio Fernando Abreu
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(2) A festa
Passei pegar a Ângela e fomos para o Mercado Municipal na roda de samba raiz que reunia poetas e músicos da região, além de cerveja e muitas gargalhadas, nem a chuva nos desanimou. Fotografias, muita conversa jogada fora, muita poesia. Foi muito bom, devíamos marcar mais encontros como esses.
(3) A verdade
Aos 21 anos me sinto mais madura do que muita gente com 40. Quer dizer, não é nem uma questão de sentir, mas de ter fatos comprovados disso. Eu odeio ainda criar expectativas sobre algumas pessoas, mas não há nada que eu odeie mais do que me decepcionar com elas.
(2) A festa
Passei pegar a Ângela e fomos para o Mercado Municipal na roda de samba raiz que reunia poetas e músicos da região, além de cerveja e muitas gargalhadas, nem a chuva nos desanimou. Fotografias, muita conversa jogada fora, muita poesia. Foi muito bom, devíamos marcar mais encontros como esses.
(3) A verdade
Aos 21 anos me sinto mais madura do que muita gente com 40. Quer dizer, não é nem uma questão de sentir, mas de ter fatos comprovados disso. Eu odeio ainda criar expectativas sobre algumas pessoas, mas não há nada que eu odeie mais do que me decepcionar com elas.

Um comentário:
quem dera o Ele fosse eu..............
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