Ele estava apavorado, me ligou desesperadamente durante a tarde. Não atendi não por não querer, mas porque estava envolvida em algo que não me permita atender o celular naquele horário. Assim que pude, isso quase seis da tarde, retornei a ligação. Do outro lado um suspiro, meio que como um sinal de alívio e "até que enfim".
- Eu não posso perder você.
E um silêncio ficou no ar, porque era isso que ele tinha para me dizer e não acrescentado de mais nada, e eu também fiquei meio que surpresa ao ouvir algo que esperei tanto ele me dizer:
- Você nunca perdeu nada de mim, o que eu te dei e dou, nunca, ninguém, jamais irá ter.
E calamos, o silêncio era tudo que precisávamos ouvir.
Ainda de te espero,
embora tudo diga que não.
- Eu não posso perder você.
E um silêncio ficou no ar, porque era isso que ele tinha para me dizer e não acrescentado de mais nada, e eu também fiquei meio que surpresa ao ouvir algo que esperei tanto ele me dizer:
- Você nunca perdeu nada de mim, o que eu te dei e dou, nunca, ninguém, jamais irá ter.
E calamos, o silêncio era tudo que precisávamos ouvir.
Ainda de te espero,
embora tudo diga que não.

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