Não é o tempo que nos muda, não são as opiniões, os noticiários, as aprendizados, não são os dias no calendário, nem as livros na cabeceira da cama, não são os sermões pregados, os poemas versados, uma essência interior. O que nos muda, transmuta e nos faz às vezes mais, às vezes menos humanos, é o amor. Nenhuma outra coisa que transita pode nos dar olhos de sóis. Nenhuma outra coisa nos dispara o coração antes de qualquer pensamento. Nenhuma outra coisa nos tira o ar e nos deixa ainda mais vivos. Nenhuma outra coisa nos leva a um maior aprendizado seja em tempos de delicadeza ou de dor. Não há nada como o amor, nada que possa ser comparado exato e precisamente. Geralmente é assim com as coisas que se sente.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
20 de agosto
Não é o tempo que nos muda, não são as opiniões, os noticiários, as aprendizados, não são os dias no calendário, nem as livros na cabeceira da cama, não são os sermões pregados, os poemas versados, uma essência interior. O que nos muda, transmuta e nos faz às vezes mais, às vezes menos humanos, é o amor. Nenhuma outra coisa que transita pode nos dar olhos de sóis. Nenhuma outra coisa nos dispara o coração antes de qualquer pensamento. Nenhuma outra coisa nos tira o ar e nos deixa ainda mais vivos. Nenhuma outra coisa nos leva a um maior aprendizado seja em tempos de delicadeza ou de dor. Não há nada como o amor, nada que possa ser comparado exato e precisamente. Geralmente é assim com as coisas que se sente.
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